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Resenha Amanhecer + Sorteio Box da trilogia Crepúsculo
Eu não tinha a menor pretensão de ir ver Amanhecer no cinema, até que pintou um convite do Dica de Amiga, um site super fofo e interativo em formato de fórum onde nós, mulheres, podemos conversar entre si e partilhar dúvidas e ansiedades sobre a bendita da menstruação.
A plataforma ainda tem uma ferramenta incrível para o acompanhamento diário do ciclo menstrual, com dicas para lidar com cada uma das fases e dos sintomas que as acompanham.

Super intuitiva: as bolotas maiores são os sintomas que mais incomodam naquele período do ciclo.
Tudo isso numa interface linda de morrer. Super vale a pena fazer o cadastro!
E como o público do site é um pouco mais teen, ainda descobrindo tudo o que essa fase da aborrecência tem para oferecer, lá fui eu ver um filme teenager: Amanhecer – Parte I. O filme pode ser dividido basicamente em três grandes arcos (ATENÇÃO – CONTÉM SPOILERS DO FILME! Se você não quiser saber antes da hora, pula direto lá pro sorteio):
O casamento

O filme começa todo lindo, com a preparação de Bella para se casar com seu amado Edward. A cerimônia é maravilhosa, o vestido é um belíssimo Carolina Herrera de tirar o fôlego e Edward, bom, ele está lá com aquele olhar de sempre e aquela maquiagem de vampiro que me impede de achá-lo bonito. O ponto alto deste arco são os discursos hilariantes dos presentes no casamento, coisa que eu não lembro se tinha nos livros, mas que tornou este pedaço bem mais descontraído.
A lua-de-mel no Rio de Janeiro

Ah, é sempre uma delícia ver o nosso país em projeção internacional, não é? O Rio de Janeiro fica maravilhoso na telona do cinema e por mais que todos os clichês do país estejam lá, as cenas ficaram divinas. A praia particular em Paraty é um lugar paradisíaco e apaixonante, como manda o figurino. O ponto alto deste arco vai para Edward falando em português! Apesar do esforço, não deu para evitar pensar que ele poderia ser muito bem a voz masculina do Google Translate, hehe.
A gravidez e o bebê monstro

Por fim, o arco que me fez pegar nojo da série quando li os livros. Essa gravidez de um vampiro é inconcebível em termos fisiológicos, orgânicos e deveria ter sido proibida pelas leis do bom senso literário. Maas, aconteceu e confesso que foi melhor no cinema do que no livro (talvez minha imaginação seja muito cruel). Os efeitos especiais que “secaram” Bella durante a gestação ficaram impressionantes e deu medo, muito medo da parte do tal parto.
O ápice fica mesmo para o final do filme, que nada mais é do que uma prévia da Bella vampira, que só veremos em ação no último filme da série, previsto para 16 de Dezembro de 2012 (pra quê essa demora toda, me diz?!).
O sorteio
E se você não viu nenhum dos filmes anteriores, ou simplesmente quer revê-los antes de assistir Amanhecer, sua chance chegou! O Dica de Amiga me deu um box da saga Crepúsculo contendo os três primeiros filmes para dar de presente para vocês! E o mais bacana de tudo é que dentro do box ainda vai um ingresso para assistir Amanhecer!

Para participar basta curtir a fan page Facebook do blog e preencher o formulário abaixo:
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O sorteio será realizado vira random.org após às 19h do dia 30 de Novembro e o resultado sai no mesmo dia aqui e lá no meu Twitter. O sorteado será avisado via e-mail e terá até 24h para enviar os dados. Caso ele não responda, sortearei outro participante.
Parabéns Bruna Nava Cantarim! Aguardo um e-mail com o seu endereço para que eu envie seu prêmio. :)
E quem já viu o filme, conta aí nos comentários o que achou. ;)
Estreia: O Homem do Futuro
Toda vez que eu sumir, interpretem como um bom sinal. Desta vez, tive um final de semana regado a cultura nessa São Paulo que eu tanto amo e durante a semana vou compartilhar com vocês todas as dicas do que eu experimentei.
A começar por esse filme que tive o prazer de assistir na pré-estreia (ansiedade pouca é bobagem), enquanto todos que eu conheço se deliciavam com o banho de sangue do UFC Rio.

Óbvio que o apelo maior do filme que me arrastou direto para o cinema na primeira sessão disponível foi o encantador Wagner Moura. Embora principal, esse não foi o único motivo. O Homem do Futuro mexe numa ferida que muitos outros filmes já tocaram: se você descobrisse um meio de voltar ao passado, o que você mudaria?
Eu mesma tenho resposta para essa pergunta na ponta da língua. Aliás, eu lembro de ter ficado absurdamente frustrada depois de assistir De Repente 30 por não poder fazer como a protagonista que tem uma chance de refazer toda a sua história. Quem viu Efeito Borboleta também vai se familiarizar com o enredo ao lembrar que toda e qualquer coisa que você altere no passado terá consequências no futuro.
E se você pudesse voltar aos seus 13 anos?
Mesmo bebendo da mesma fonte que outros filmes, O Homem do Futuro surpreende e cativa por ser um filme pop (mas totalmente regado a rock’n'roll, com direito a Wagner Moura nos vocais!) e acima de tudo, uma comédia romântica, em que o amor é o grande guia de todas as ações.

Fazendo par com a belíssima Alinne Moraes, o filme conta a história de Zero, um cientista egocêntrico e amargurado que ao tentar desenvolver uma nova forma de energia, acaba descobrindo uma brecha no tempo e espaço que o permite voltar ao passado e consertar aquele que ele acredita ter sido o maior erro da sua vida.
Do mesmo diretor de A Mulher Invisível (que eu não vi ainda, mas depois dessa experiência até fiquei tentada a encarar Luana Piovani de calcinha durante o filme), é uma produção que nos dá orgulho pois lembra que o cinema nacional só melhora, pois é capaz de oferecer uma ficção científica de qualidade que consegue fazer rir, emocionar e nos questionar quanto aos assuntos mal resolvidos do passado.

E para aquelas que como eu, são apaixonadas pelo baiano Wagner Moura, já aviso: vão preparadas para vê-lo em dose tripla, dando um show de interpretação, como de costume.
Se todo o meu blablabla ainda não foi suficiente para convencê-los, deixo um clipe bem bacana feito com cenas do filme em cima da música Tempo Perdido interpretada pelo casal do filme. Já dá pra sentir um gostinho do quanto o filme é bacana. ;)
O mapa das 73 comédias românticas
Eu adoro uma comédia romântica e não escondo isso de ninguém. Recentemente, entre tantos filmes bons e complexos em cartaz no cinema, escolhi assistir Professora Sem Classe, pelo simples fato de que adoro a Cameron Diaz e Justin Timberlake e adoro dar risada de situações previsíveis. Mas paguei meu ingresso direitinho como qualquer outro, então só Deus pode me julgar, hehe.
Por causa desse peculiar gosto cinematográfico que me encantei com esse mapa que traz 73 referências de famosas comédias românticas. Batendo o olho, quantas vocês conseguem identificar?
Alguns são bem, bem recentes, outros são clássicos, mas todos são dignos de atenção em um dia de chuva com um balde de pipoca com as amigas ou o namorado paciente. A dica é que muitas referências são dos cartazes, que ficam na nossa cabeça. Outros são figuras icônicas, como a Audrey Hepburn, do Bonequinha de Luxo ali à direita. Se ficou curioso, todas as 73 respostas estão logo abaixo do mapa. Uma bela seleção para ter em casa, não?
Vi no (ótimo) Trabalho Sujo.
O final de Harry Potter
O assunto é “velho”, mas é por escolha própria. Esse ano, fugi das multidões das pré-estreias e da própria estréia de Harry Potter pelo simples motivo: eu queria adiar o fim o máximo possível.
Foi por isso que tranquilamente escolhi uma data em que o IMAX estivesse decentemente disponível (de nada adiantava comprar para o primeiro final de semana, sentar láá na frente e morrer de torcicolo) e decidi que encararia a última parte da jornada do bruxinho mais famoso de todos os tempos ali, numa tela de 16 metros de altura, coisa que eu nunca havia feito antes.
É engraçado que eu nunca tenha falado nesse blog sobre Harry Potter, já que é algo que me acompanhou desde a infância. E sim, hora de confessar: sou uma dessas que leu todos os livros, e que obviamente, chorou muito nessa parte final.

Mas não se preocupem, esse é um post livre de spoilers sobre o filme. Foi-se o tempo em que eu terminava de reler o livro uma semana antes da estreia e ia para o cinema com a história fresquinha na cabeça, pronta para crucificar cada minúsculo erro do diretor em reproduzir fielmente a história.
Desta vez, eu apenas curti a jornada e fiquei muito, muito feliz de ver as passagens finais, algumas metáforas bem complicadas de se entender, serem reproduzidas de maneira tão linda.

O último filme tem um quê de nostalgia, já que vemos novamente vários lugares e personagens dos filmes anteriores. É como se pudéssemos dar uma olhada geral em tudo pela última vez antes de dizer adeus, e talvez essa seja a beleza da coisa.
E o melhor de tudo é saber que esta parte da magia acabou, mas ainda assim, em um timing perfeito, a responsável por tudo isso anunciou uma outra plataforma para dar continuidade à sua criação: o Pottermore. Ainda não sabemos exatamente do que se trata, mas já estou cadastrada e afoita para saber mais detalhes!

Se você, querido leitor, tem qualquer tipo de preconceito com a história, não faz ideia do que andou perdendo. J.K. Rowling criou um mundo extraordinário e este foi reproduzido com maestria nos oito filmes. Agora, o ciclo se encerra mas já deixa saudade.
4 motivos para assistir “Eu sou o número quatro”
Você sabe que o filme tem algo de errado quando ele começa pelo título bizarro. Eu caí de paraquedas na sessão deste filme e apesar de achá-lo absurdamente fraco, conseguir reunir quatro (quase virou um top 5, mas quis fazer jus ao nome, hehe) pontos interessantes para você dar uma chance a ele depois de encarar as super estreias do cinema.
Eu sou o número quatro é sobre nove jovens alienígenas com poderes sobrenaturais que fugiram do planeta Lorien, ameaçado pelos Mogadorians, para se esconder na Terra. Porém, os invasores estão dispostos a pegá-los e isso precisa acontecer na sequência certa, já que eles são reconhecidos por números.
Um, Dois e Três já foram assassinados e agora o número quatro, conhecido entre os humanos como John Smith será o próximo alvo. Ele muda-se para Paradise, no estado de Ohio, disfarçado de estudante colegial e lá conhece Sarah Hart (a Quinn de Glee!), por quem se apaixona e começa a acreditar que ela é um bom motivo para deixar de fugir e começar a lutar.
1) A Quinn, de Glee


Sim, foi por causa dela que eu escolhi aleatoriamente esse filme num sábado à tarde. A loira Dianna Agron aparece linda e absolutamente fofa no papel de uma fotógrafa presa em Ohio, mas com sonhos maiores do que a cidade em que habita. Vale ficar de olho no mix de boinas que ela usa durante o filme. Os aspirantes à fotógrafos vão amar a variedade de máquinas que aparecem no seu quarto.
2) O protagonista sarado


Onde estava Alex Pettyfer antes desse filme? Sendo desperdiçado como modelo para grifes como a Ralph Lauren. O rapaz é um atrativo sem tamanho para os olhos. Especialmente nas cenas em que aparece sem camisa e deixa à mostra um corpo que não parece ser de um garoto de apenas 21 anos. É um nome a se ficar de olho, já que em certas cenas, ele me lembrou muito o consagrado Jude Law. Já em outras, me lembrou o lendário Patrick Swayze. É torcer para o garoto fugir do estereótipo de filmes adolescentes e se tornar um galã e tanto. ;)
3) O beagle!

Quem me conhece sabe que só existem dois animais no mundo que são capazes de me fazer desmanchar de amores: as raposas e os beagles. Imaginem qual não foi a minha surpresa ao ver que o fiel escudeiro do protagonista é um beagle super fofo e inteligente?! Foi paixão à primeira vista e mais um ponto positivo no mar de coisas erradas desse filme, hehe.
4) A falta de noção da história

Pois é, apesar dos motivos acima citados, o filme ainda é muito ruim. A história sobre os seis perdidos aqui na Terra é meio confusa e tudo parece muito jogado. Quando os poderes do Número Quatro começam a se desenvolver você não sabe mais se está assistindo X-Men ou Dragonball. Vale dar risada dos vilões alienígenas superpoderosos que mais parecem capangas tatuados do Voldemort. O romance também é mal desenvolvido, o lance de mocinho com superpoderes encontra mocinha frágil e se apaixona para todo o sempre já cansou lá atrás com Crepúsculo…
Aos que, como eu, nunca ouviram falar dessa série, não se espantem. O livro Eu Sou o Número Quatro é o primeiro da série Os Legados de Lorien. O segundo, entitulado The Power of Six só sai nos EUA em 23 de Agosto. Ainda não se sabe ao certo quantos livros serão ao todo, mas especula-se que sejam seis (isso se a fórmula ficção-científica juvenil funcionar).



