Estreia: O Homem do Futuro

Toda vez que eu sumir, interpretem como um bom sinal. Desta vez, tive um final de semana regado a cultura nessa São Paulo que eu tanto amo e durante a semana vou compartilhar com vocês todas as dicas do que eu experimentei.

A começar por esse filme que tive o prazer de assistir na pré-estreia (ansiedade pouca é bobagem), enquanto todos que eu conheço se deliciavam com o banho de sangue do UFC Rio.

Óbvio que o apelo maior do filme que me arrastou direto para o cinema na primeira sessão disponível foi o encantador Wagner Moura. Embora principal, esse não foi o único motivo. O Homem do Futuro mexe numa ferida que muitos outros filmes já tocaram: se você descobrisse um meio de voltar ao passado, o que você mudaria?

Eu mesma tenho resposta para essa pergunta na ponta da língua. Aliás, eu lembro de ter ficado absurdamente frustrada depois de assistir De Repente 30 por não poder fazer como a protagonista que tem uma chance de refazer toda a sua história. Quem viu Efeito Borboleta também vai se familiarizar com o enredo ao lembrar que toda e qualquer coisa que você altere no passado terá consequências no futuro.

E se você pudesse voltar aos seus 13 anos?

Mesmo bebendo da mesma fonte que outros filmes, O Homem do Futuro surpreende e cativa por ser um filme pop (mas totalmente regado a rock’n’roll, com direito a Wagner Moura nos vocais!) e acima de tudo, uma comédia romântica, em que o amor é o grande guia de todas as ações.

Fazendo par com a belíssima Alinne Moraes, o filme conta a história de Zero, um cientista egocêntrico e amargurado que ao tentar desenvolver uma nova forma de energia, acaba descobrindo uma brecha no tempo e espaço que o permite voltar ao passado e consertar aquele que ele acredita ter sido o maior erro da sua vida.

Do mesmo diretor de A Mulher Invisível (que eu não vi ainda, mas depois dessa experiência até fiquei tentada a encarar Luana Piovani de calcinha durante o filme), é uma produção que nos dá orgulho pois lembra que o cinema nacional só melhora, pois é capaz de oferecer uma ficção científica de qualidade que consegue fazer rir, emocionar e nos questionar quanto aos assuntos mal resolvidos do passado.

E para aquelas que como eu, são apaixonadas pelo baiano Wagner Moura, já aviso: vão preparadas para vê-lo em dose tripla, dando um show de interpretação, como de costume.

Se todo o meu blablabla ainda não foi suficiente para convencê-los, deixo um clipe bem bacana feito com cenas do filme em cima da música Tempo Perdido interpretada pelo casal do filme. Já dá pra sentir um gostinho do quanto o filme é bacana. ;)

2 comments Write a comment

  1. tô doida pra ver este filme! só pela trilha sonora, já vale!!

    aii queria q vc tivesse ido cmg!
    sério!!
    mta diversão!

    masss tem beauty fair e vamos juntas ok???

    beijus

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