Show da Britney em São Paulo – Eu fui!

Tem bailarinos sorriso mais lindo que esse?

Sou fã dessa loira desde pequena. Lembro do primeiro videoclipe dela que vi na TV (From the Bottom of My Broken Heart), nas manhãs da época de ouro da MTV. A Britney inocente e virgem foi crescendo, aparecendo e me ensinando a falar/ler inglês. Muitos anos e muita polêmica depois, muita gente achou que sua carreira tinha ido pelo ralo, junto com os cabelos. Que nada! Com a era Femme Fatale ela volta com tudo, tão loira e linda como sempre foi.

Do show que aconteceu ontem na Arena Anhembi só uma crítica eu tenho a fazer: Britney perdeu o elemento improvisação. Ela parecia sempre muito concentrada nas coreografias e preocupada em executar perfeitamente os movimentos e seguir o enredo do show que conta um história bem montadinha sobre a tal femme fatale que é perseguida por um cara que lembra um pouco o stalker do Take this Lollipop.

A “fêmea fatal” toda gata em um dos vídeos de transição.

Desde que comprei meu ingresso, meses atrás, decidi: Britney merecia ser vista de perto. Óbvio que eu não fui a única que pensou assim e para garantir que ia conseguir acompanhar a olho nu os passos da loirinha de lá pra cá no palco, tive que chegar cedo (o máximo que minha vida de trabalhadora permitiu) e passar perrengue enquanto os minutos se arrastavam até às 22h.

Em dia de show todo mundo pode ser Britney por um dia.

Todos que eu conhecia que iriam também ao show chegaram ou muito cedo, ou muito tarde. A solução foi fazer a louca e virar amiga do pessoal da fila. Deu certo e fui acolhida por um grupo heterogêneo que ficou comigo do começo ao fim. Esperamos, vibramos, choramos e comemoramos até o fim um show lindo que dificilmente sairá da nossa memória tão cedo.

Furo fila mas faço amizade. Esse é meu clube, essa é minha vida.

Uma pena que as críticas da mídia tenham sido única e exclusivamente ao bendito do playback. Não passamos dessa fase? Sou fã e já aceitei há tempos que quem vai a um show da Britney não vai para vê-la cantar. Vai para ver o ícone dos videoclipes e das apresentações memoráveis ganhar vida ali, ao alcance dos olhos. Sem falar em questões como o cenário, vídeos de transição, explosões, fogos de artifício e chuva de papel picado dignos de uma produção internacional.

Um dos figurinos mais bonitos da noite: o quimono de Toxic.

Em (Drop Dead) Beautiful Britney passeia por várias molduras. Cadê seu Deus a gorda agora?

Cantando ou não, ela segurou as mais de 30 mil pessoas em São Paulo ao longo de 20 músicas e vai deixar saudade do povo brasileiro que pôde conferir de perto o motivo do seu mote ser inegavelmente It’s Britney, bitch.

*Todas as fotos do post foram tiradas com minha camerazinha de churrasco. Curti, gritei e pulei sim, mas quando ela vinha para perto era impossível não tentar registrar para sempre o momento.

7 comments Write a comment

  1. A pessoa faz um show de horas, cantas um monte de sucessos, bota uma infra-estrutura linda de doer e o bendito do jornalista vai só no playback. Que ano é hoje?

    Me arrependi de não ter ido, mas a Arena é terrível pa gente pequena que nem eu. RHCP não vi nem o telão. Lá só me dei be no Green Day, mas tive que chegar às 5 da matina. Durante a semana não rola. :/

  2. que lindo! queria muito ter ido ao show, sendo playback ou não, estaria lá para assistir ao espetáculo!
    aposto que foi um sonho realizado, não é?
    beijos

    • Sim, sim, sonho total! :) Vc deveria ter vindo pra São Paulo pra assistir comigo. :/

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